O início de uma grande amizade!

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Ele dorme aos nossos pés [ou vai dormir para o corredor ou para a sala quando está mais calor].
Ontem, quando me sentiu acordar, mudou de sítio.
Continuou a dormir, junto à Caetana 💛

Tenho a certeza que eles vão ser melhores amigos e, dentro das suas limitações de tamanho e peso, ele vai ser o seu protetor!
Estou muito curiosa com as reações de ambos. Como reagirão um ao outro?
Na minha opinião o Óscar está na idade ideal para a chegada de um bebé: Tem 2 anos, já não é cachorro – está educado, conhece as suas limitações em casa [não que seja super obediente mas, obedecendo ou não, sabe até onde pode ir], já não faz aquelas asneiras de cachorrinho nem anda a roer tudo o que lhe aparece à frente. Por outro lado ainda é novinho e tem muitos anos pela frente.
Só tenho medo de uma coisa: as unhas! Já mandei vir uma lima elétrica e quero ir com ele a um groomer tratar do assunto [e também do pelo, por uma questão estética – tem cada ponta a crescer para seu lado].
Ele não é mau para as pessoas mas não tem noção que, mesmo sem querer, as suas unhas arranham imenso.
Quanto à reação da Caetana tudo é mais incerto.
A verdade é que ela já conhece o Óscar. Já lhe deu pontapés e ouve-o todos os dias [ele faz por ser ouvido].
O que mais me aflige em relação a ela é outro aspeto.. Ela vai nascer já com a presença do Óscar cá em casa. Mas ele tem uma esperança média de vida bastante inferior à nossa. Assusta-me pensar que, nalgum momento, a Caetana vai ter de lidar com a perda dele. Eu sei, há perdas bem piores, mas esta é uma perda certa! No máximo dos máximos, o Óscar durará até aos 14 anos dela. Mas não pensemos nisso agora..
A verdade é que acho que eles serão grandes amigos e vou adorar ver a Caetana crescer com o Óscar!
Nunca li nenhum estudo que dissesse que é prejudicial para as crianças crescer com animais em casa. Por outro lado, já li imensos que provam precisamente o oposto – é super benéfico crescer com animais em casa!

Carolina Valente Pereira

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  1. Alô alô. Tranquila…quando os gémeos nasceram tínhamos e temos um gatito, o Zippy e após o nascimento veio outro, o Óscar :). Ambos se adaptaram super bem, sem ciúmes ou sensação de invasão de território! Tentamos que os gémeos respeitem o espaço e o tempo dos gatos, que é sempre diferente dos cães! Beijocas e tudo a correr bem.

  2. Exato, gatos e cães são muito diferentes – confesso que não tenho muita confiança em gatos 😛
    Ainda bem que se adaptaram bem uns aos outros 🙂 Eu acho que não tinha coragem de arranjar outro cão com um bebé em casa. Não tanto pelos ciúmes mas porque um bebé exige muito trabalho e muita mudança e um cão exige 1000 olhos (inicialmente), para evitarmos que roa tudo, que faça necessidades em todo o lado..
    Beijinhos para toda a família 🙂

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