Escrever para não esquecer #1

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Vou começar uma nova rubrica aqui no blog.
Questões básicas de que nos esquecemos com facilidade. Ou que pelo menos eu esqueço facilmente.

Porque só há uma situação em que educar é muito fácil: na teoria!

Na prática tudo muda de figura. Muitos aspetos fáceis transformam-se em difíceis em menos de 2 minutos.

Cá vai o primeiro:

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Falamos. Gritamos. Ralhamos.
Quando, na realidade, estamos constantemente a ser observados pelos nossos filhos.
Eles não nos ouvem melhor quando falamos mais alto.
Por outro lado, nós estamos a dar o exemplo de quem fala alto para se fazer ouvir resultando, na maioria das vezes, em pais e filhos mais irritados.
Haverá mesmo essa necessidade?

E é disto que vou tentar lembrar-me mais vezes! Não é preciso gritar!
É preciso tentar que durmam o tempo necessário para que não andem cansados – pelo menos aqui em casa é disso que se trata 90% das vezes: Caetana mais rabugenta e menos obediente por culpa do cansaço – e, acima de tudo, não esquecer que os miúdos são esponjas – absorvem tudo o que os rodeia: o bom e o mau, sem filtro.

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Carolina Valente Pereira

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