Arroz colorido

Antes de mais nada, esclarecer que aprendi a fazer o arroz colorido no blog da Andreia, No colo da mãe, neste artigo.
Depois, tive ainda a ajuda da Carina, do blog Go baby Go blog, com quem falei através do instagram e que me alertou de que tinha o arroz demasiado junto e teria que o espalhar mais no tabuleiro para ajudar na sua secagem e evitar que ficasse colado.

A Carina alertou-me após ver esta foto, onde o arroz não está espalhado.
Basta deixar a secar durante 1 noite (ou apenas umas horas).
A Caetana ajudou a colorir o arroz. Eu coloquei o vinagre e o corante no fundo do saco, ela ajudou a colocar o arroz, com uma colher e com as mãos.

A ideia não é brincarem com comida. É fornecer-lhe materiais não tóxicos para brincarem e poderem explorar sem perigo: arroz, vinagre, corante alimentar.

Foi divertido fazer mas foi ainda mais divertido brincar com ele.
A Caetana chegou à mesa onde o arroz estava a secar e misturou um pouco, puxando o tabuleiro para o chão.
Desta forma, dei apenas as cores verde e amarelo separadas, as restantes já lhe chegaram misturadas no início da brincadeira. Preparei o espaço assim:

Caetana não usou o balde e, a meio da brincadeira, foi à cozinha trocar a colher de sopa por uma concha de sopa de plástico, que ela tem para brincar. O tamanho é muito idêntico, talvez a concha até seja mais pequena, mas é mais funda – o que facilita bastante no ‘transporte’ de arroz entre recipientes.

Começou muito cuidadosa, sem misturar as cores separadas com as outras.
A foto em cima mostra o início da brincadeira, tirava verde e colocava num recipiente, tirava amarelo e fazia o mesmo, por fim pegava na misturada e repetia.
Então, percebeu que no recipiente ‘final’ todas as cores acabavam misturadas. Após esta conclusão não se voltou a preocupar e foi misturando onde calhava.
Também começou preocupada quando, entre o tupperware e o recipiente dela, o arroz se entornava e caía para a mesa e para o chão. Disse-lhe que não fazia mal e, claro – era algo que eu já esperava. Estranho seria isso não acontecer.

Tinha que provar. Fez o mesmo com o arroz cru, durante o processo anterior, apanhando grãos crus que ficavam no chão.
Desta vez não insistiu tanto. Claro que eu avisei que ficaria sem o arroz se o comesse, apesar de não ser tóxico ela estava a tentar colocar uma colher cheia na boca e poderia engasgar-se.
Após a minha ‘ameaça’ pegou, com a colher, em meia dúzia de grãos e percebi que era mais forte que ela. Olhou para mim, provou e acabou por deitar fora.

A brincadeira terminou assim. Parecia tudo espalhado e imenso arroz desperdiçado. Após arrumar o que estava na mesa e varrer todo o quarto foi este o resultado:
– À esquerda o que ficou guardado na mesa.
– À direita o que foi para o lixo. Pelo tamanho da minha mão é perceptível que só uma pequena parte foi para o lixo.
E assim passámos um pouco mais de meia hora. Entre brincar sozinha, misturar nos seus recipientes, mudar entre eles, colocar nas nossas mãos e voltar a meter nos tupperwares, esteve bastante divertida e entretida. Aposto que vai querer repetir.

Com este arroz é possível fazer várias atividades, nomeadamente, imprimir uma imagem para eles colocarem cola e espalharem o arroz por cima. No entanto, não tenho a certeza de como a Caetana vai reagir a esse tipo de atividade.
Desta vez ficou a conhecer o arroz colorido, um dia destes logo se verá o que irei propor-lhe.

Gostaram da ideia? Já conheciam? O que acham de fazer em vossa casa com os vossos filhos?

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Carolina Valente Pereira

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